sábado, 26 de maio de 2007
domingo, 20 de maio de 2007
Everybody hurts
When the day is long and the night, the night is yours alone,
When you're sure you've had enough of this life, well hang on
Don't let yourself go, 'cause everybody cries and everybody hurts sometimes
Sometimes everything is wrong. Now it's time to sing along
When your day is night alone, (hold on, hold on)
If you feel like letting go, (hold on)
When you think you've had too much of this life, well hang on
'Cause everybody hurts. Take comfort in your friends
Everybody hurts. Don't throw your hand. Oh, no. Don't throw your hand
If you feel like you're alone, no, no, no, you are not alone
If you're on your own in this life, the days and nights are long,
When you think you've had too much of this life to hang on
Well, everybody hurts sometimes,
Everybody cries. And everybody hurts sometimes
And everybody hurts sometimes. So, hold on, hold on
Hold on, hold on, hold on, hold on, hold on, hold on
Everybody hurts. You are not alone
Campeões 2006-2007
Porque mesmo estando distante o meu coração continua agora e sempre com apenas uma cor: o azul e branco!!!

Parabéns aos Campeões Nacionais 2006-2007! VIVA O PORTO CARAGO
domingo, 13 de maio de 2007
Quem queria ter visto...
Este ano não há Enterro para mim... e eu gostava de poder ter visto o concerto da Mafalda Veiga :( Meus amigos aproveitem,aproveitem por vocês e por mim.
Fica aqui uma música que gostaria de ter ouvido...
Cúmplices - Mafalda Veiga
A noite vem às vezes tão perdida
E quase nada parece bater certo
Há qualquer coisa em nós inquieta e ferida
E tudo o que era fundo fica perto
Nem sempre o chão da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tanta vezes o que resta, do calor
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Trocamos as palavras mais escondidas
Que só a noite arranca sem doer
Seremos cúmplices o resto da vida
Ou talvez só ate amanhecer
Fica tão fácil entregar a alma
A quem nos traga um sopro do deserto
Olhar onde a distância nunca acalma
Esperando o que vier de peito aberto
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Fica aqui uma música que gostaria de ter ouvido...
Cúmplices - Mafalda Veiga
A noite vem às vezes tão perdida
E quase nada parece bater certo
Há qualquer coisa em nós inquieta e ferida
E tudo o que era fundo fica perto
Nem sempre o chão da alma é seguro
Nem sempre o tempo cura qualquer dor
E o sabor a fim do mar que vem do escuro
É tanta vezes o que resta, do calor
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
Trocamos as palavras mais escondidas
Que só a noite arranca sem doer
Seremos cúmplices o resto da vida
Ou talvez só ate amanhecer
Fica tão fácil entregar a alma
A quem nos traga um sopro do deserto
Olhar onde a distância nunca acalma
Esperando o que vier de peito aberto
Se eu fosse a tua pele
Se tu fosses o meu caminho
Se nenhum de nós se sentisse nunca sozinho
domingo, 6 de maio de 2007
Dia da Mãe
Porque lá no fundo eu ainda sou a mesma criança que andava ao teu colo...

Beijos enormes cheios de saudade!!!
terça-feira, 1 de maio de 2007
Mais um sucesso...
...e mais uma música linda. Já nos habituou bem demais!!!
DEIXO - IVETE SANGALO
Eu me lembro sempre onde quer que eu vá
Só um pensamento em qualquer lugar
Só penso em você
Em querer te encontrar
Só penso em você
Em querer te encontrar
Lembro daquele beijo que você me deu
Que até hoje está gravado em mim
Quando a noite vem
Fico louco pra dormir
Só pra ter você nos meus sonhos
Me falando coisas de amor
Sinto que me perco no tempo,
Debaixo do meu cobertor
Eu faria tudo pra não te perder
Assim...
Mas o dia vem e deixo você ir
Lembro daquele beijo que você me deu
Que até hoje está gravado em mim
Quando a noite vem
Fico louco pra dormir
Só pra ter você nos meus sonhos
Me falando coisas de amor
Sinto que me perco no tempo,
Debaixo do meu cobertor
DEIXO - IVETE SANGALO
Eu me lembro sempre onde quer que eu vá
Só um pensamento em qualquer lugar
Só penso em você
Em querer te encontrar
Só penso em você
Em querer te encontrar
Lembro daquele beijo que você me deu
Que até hoje está gravado em mim
Quando a noite vem
Fico louco pra dormir
Só pra ter você nos meus sonhos
Me falando coisas de amor
Sinto que me perco no tempo,
Debaixo do meu cobertor
Eu faria tudo pra não te perder
Assim...
Mas o dia vem e deixo você ir
Lembro daquele beijo que você me deu
Que até hoje está gravado em mim
Quando a noite vem
Fico louco pra dormir
Só pra ter você nos meus sonhos
Me falando coisas de amor
Sinto que me perco no tempo,
Debaixo do meu cobertor
sábado, 28 de abril de 2007
Situação algo estranha
No dia 13 de Agosto de 2006 embarquei no aeroporto Sá Carneiro, no Porto, numa viagem que me traria ao Brasil durante um ano. Depois de aqui ter chegado, posso dizer que já estive em situações que me causaram certa perplexidade e também uma certa crise de identidade.
Segundo algumas pessoas, aqui não sou apenas português, sou português de Portugal, cidadão de um país que faz fronteira com a Itália e que em tempos foi colonizado pelos ingleses. Por vezes, troco de nacionalidade como quem muda de roupa interior: desde que cheguei já fui argentino, espanhol, brasileiro e até moçambicano.
Em termos de língua senti que houve uma ligeira alteração na sua definição, agora falo e escrevo o “português diferente” mas, apesar de disso, consigo comunicar-me adequadamente, apesar de por vezes não ser totalmente compreendido. São coisas que surgem da nossa variação linguística.
No meu país passou a circular tanto o euro quanto o dólar e, por receber numa destas moedas, ganho maior poder aquisitivo, basicamente estou rico. Infelizmente, parece que só eu é que ainda não notei que o meu bolso estivesse mais cheio. Acho que tenho de rever a minha contabilidade.
Junto de algumas pessoas causo certa estranheza por não me chamar Manuel nem Joaquim, por não ser um dos maiores fãs, nem ter a discografia completa do maior cantor português, o grande Roberto Leal e pelo fato da minha expressão predilecta não ser o famoso “ora pois pois”. Mas quem é que diz isto?
Pensam que não tenho jeito nenhum para utilizar um computador, mas quando estou a fazer um trabalho sou obrigado a tirar a marcação dos parágrafos, do Word, para que não saiam na impressão.
Várias vezes me contaram piadas de portugueses, que rapidamente identifiquei como sendo as nossas de alentejanos, e quiseram que contasse piadas sobre brasileiros. Infelizmente não existem. A única coisa que me apraz questionar é: porque é que os brasileiros perdem tanto tempo com piadas de portugueses quando aqui, mesmo ao lado, têm os argentinos?
Mas, apesar de tudo continuo a ser a mesma pessoa que naquele dia embarcou: Tiago, 21 anos, português com muito gosto. Ora pois!
Segundo algumas pessoas, aqui não sou apenas português, sou português de Portugal, cidadão de um país que faz fronteira com a Itália e que em tempos foi colonizado pelos ingleses. Por vezes, troco de nacionalidade como quem muda de roupa interior: desde que cheguei já fui argentino, espanhol, brasileiro e até moçambicano.
Em termos de língua senti que houve uma ligeira alteração na sua definição, agora falo e escrevo o “português diferente” mas, apesar de disso, consigo comunicar-me adequadamente, apesar de por vezes não ser totalmente compreendido. São coisas que surgem da nossa variação linguística.
No meu país passou a circular tanto o euro quanto o dólar e, por receber numa destas moedas, ganho maior poder aquisitivo, basicamente estou rico. Infelizmente, parece que só eu é que ainda não notei que o meu bolso estivesse mais cheio. Acho que tenho de rever a minha contabilidade.
Junto de algumas pessoas causo certa estranheza por não me chamar Manuel nem Joaquim, por não ser um dos maiores fãs, nem ter a discografia completa do maior cantor português, o grande Roberto Leal e pelo fato da minha expressão predilecta não ser o famoso “ora pois pois”. Mas quem é que diz isto?
Pensam que não tenho jeito nenhum para utilizar um computador, mas quando estou a fazer um trabalho sou obrigado a tirar a marcação dos parágrafos, do Word, para que não saiam na impressão.
Várias vezes me contaram piadas de portugueses, que rapidamente identifiquei como sendo as nossas de alentejanos, e quiseram que contasse piadas sobre brasileiros. Infelizmente não existem. A única coisa que me apraz questionar é: porque é que os brasileiros perdem tanto tempo com piadas de portugueses quando aqui, mesmo ao lado, têm os argentinos?
Mas, apesar de tudo continuo a ser a mesma pessoa que naquele dia embarcou: Tiago, 21 anos, português com muito gosto. Ora pois!
domingo, 22 de abril de 2007
Codinome Beija-Flor
Uma música que há muito tempo já devia ter postado. Linda de um músico excepcional que conheci aqui no Brasil: Cazuza
Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou...
Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor
Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor
Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador
Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Pra que mentir
Fingir que perdoou
Tentar ficar amigos sem rancor
A emoção acabou
Que coincidência é o amor
A nossa música nunca mais tocou...
Pra que usar de tanta educação
Pra destilar terceiras intenções
Desperdiçando o meu mel
Devagarzinho, flor em flor
Entre os meus inimigos, beija-flor
Eu protegi o teu nome por amor
Em um codinome, Beija-flor
Não responda nunca, meu amor
Pra qualquer um na rua, Beija-flor
Que só eu que podia
Dentro da tua orelha fria
Dizer segredos de liquidificador
Você sonhava acordada
Um jeito de não sentir dor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
Prendia o choro e aguava o bom do amor
sábado, 14 de abril de 2007
Oito meses
Fez ontem oito meses que embarquei para o Brasil. Como o tempo passou a correr!!! Que ninguém se atreva a dizer que o tempo passou devagar... porque não é verdade. Depois deste tempo todo ficam a faltar apenas três meses para regressar a casa. Por vezes fico triste a pensar que este ano está prestes a chegar ao fim... mas por outro lado vai saber bem voltar a casa.
Porque o tempo passa mas os verdadeiros amigos perduram... Soninha mais uma vez parabéns!!! Tou cheio de saudades
domingo, 8 de abril de 2007
Vou mesmo deixar a vida me levar!!!
Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Estou no meu lugar
Você já sabe onde é
Não conte o tempo por nós dois
Pois a qualquer hora posso estar de volta
Depois que a noite terminar
Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Seguir a direção
De uma estrela qualquer
Não quero hora pra voltar não
Conheço bem a solidão me solta
E deixa a sorte me buscar
Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou esquecer de mim
E você se puder não me esqueça
Vou deixar o coração bater
Na madrugada sem fim
Deixar o sol te ver
Ajoelhada por mim sim
Não tenho hora pra voltar não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar
Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou esquecer de mim
E você se puder não me esqueça
Não não, não quero hora pra voltar, não
Conheço bem a solidão me solta
E deixa a sorte me buscar
Não não, não tenho hora pra voltar, não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar!
SKANK
Pra onde ela quiser
Estou no meu lugar
Você já sabe onde é
Não conte o tempo por nós dois
Pois a qualquer hora posso estar de volta
Depois que a noite terminar
Vou deixar a vida me levar
Pra onde ela quiser
Seguir a direção
De uma estrela qualquer
Não quero hora pra voltar não
Conheço bem a solidão me solta
E deixa a sorte me buscar
Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou esquecer de mim
E você se puder não me esqueça
Vou deixar o coração bater
Na madrugada sem fim
Deixar o sol te ver
Ajoelhada por mim sim
Não tenho hora pra voltar não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar
Eu já estou na sua estrada
Sozinho não enxergo nada
Mas vou ficar aqui
Até que o dia amanheça
Vou esquecer de mim
E você se puder não me esqueça
Não não, não quero hora pra voltar, não
Conheço bem a solidão me solta
E deixa a sorte me buscar
Não não, não tenho hora pra voltar, não
Eu agradeço tanto a sua escolta
Mas deixa a noite terminar!
SKANK
Há dias em que acredito, há outros em que a dúvida me mata!!!
segunda-feira, 26 de março de 2007
Escândalo

Fiquei em estado de choque ao saber que o eleito pelos portugueses como "O Grande Português" foi António de Oliveira Salazar. Como é possível? Mais um non-sense da população portuguesa... sempre agarrada à mediocridade, aos costumes, à religião, que teima em dizer que está pronta para dar um passo em frente, mas recua através dos seus actos.
Não se pode dizer menos do que: Cada um tem aquilo que merece...
Não se pode dizer menos do que: Cada um tem aquilo que merece...
sábado, 17 de março de 2007
Home sick
Ontem vi nas aulas uma rapariga com uma mala de viagem. Presumo eu que no final iria voltar para casa. De repente, lembrei-me das minhas sextas-feiras dos últimos três anos. Sempre foi uma coisa que me custou muito, duas horas e meia de viagem quando podia chegar a casa em trinta minutos sempre me irritaram. Nisso tudo só uma coisa me satisfazia, ver a paisagem à chegada ao Porto.
Ontem senti falta... saudades
Em honra à minha bela cidade, pelas saudades... a música que melhor a descreve!!!
O regresso às aulas
Foram três fantásticos meses de férias, mas passaram a correr. Para trás ficam a cidade de Florianópolis, em especial a Lagoa da Conceição, um Natal diferente de todos os outros, a magnífica passagem de ano na praia e todas as viagens realizadas. Tudo isto continua a fazer desta a melhor experiência de sempre. Conhecer Montevideo e Buenos Aires foi fantástico e, apesar da azarada doença em pleno Carnaval, ainda deu para sentir a folia que invade as ruas brasileiras nesta época do ano.
Mas como tudo o que é bom tem sempre um fim, com o passar do tempo chega a altura de fazer as malas e voltar para as aulas. As malas estão cada vez mais cheias e a dificuldade em saber “Como é que eu vou levar tudo para Portugal?” começa a tornar-se dramática. Prendas, recordações, compras, papelada da universidade, entre outras coisas, vão ocupando o quase inexistente espaço do momento em que cheguei ao Brasil. Mas esta é uma preocupação para daqui a mais alguns meses…
O regresso às aulas é nesta altura momento de conhecer novas pessoas. Primeiro pela chegada dos novos intercambistas. Ao todo seremos nove durante este semestre, de três nacionalidades diferentes: a portuguesa, a espanhola e a francesa. Nos primeiros dias já dá para entender que este grupo ainda vai dar que falar. Uma saída e uma grande jantarada à brasileira, com o feijão preto, o arroz e a farofa, fazem antever uns meses bastante divertidos. A francesa (que ainda não chegou) que se prepare.
Em segundo lugar pela presença em cadeiras de turmas diferentes das do semestre passado. Acabamos sempre por conhecer alguém (aqui a língua não cria qualquer barreira, a não ser quando os brasileiros não nos entendem) mesmo que seja apenas pela curiosidade de saber como é a vida em Portugal, o que nos fez escolher o Brasil e se estamos a gostar da nossa estadia.
Por fim, o estágio na TV Univali vai com certeza proporcionar, para além de conhecer mais gente, uma experiência que dificilmente poderia ter em Portugal. O estágio começou esta semana e durante este mês vou acompanhar as saídas de reportagem. Já no próximo a história será outra. O telefone espera-me. A marcação de entrevistas e pautas para os jornalistas fará parte do meu dia-a-dia. Pode ser que seja desta vez que eu perco a minha alergia com os telefones… A partir de agora acabam os dias relaxados até às seis da tarde, já não há tempo para fazer os trabalhos no próprio dia, nem para manter a cor morena trazida do verão. Os dias são uma verdadeira correria. De manhã, o tempo fica reduzido ao pequeno-almoço, preparar o almoço e sair para a Univali para entrar na TV. Até às seis dura o estágio e a partir das sete começam as aulas. Por volta das dez da noite chega a hora de regressar a casa. Já cansado só resta jantar e dormir o máximo possível para voltar a acordar no dia seguinte e fazer o mesmo. Pior só mesmo as quartas-feiras em que o despertar é às sete da manhã e o recolher à mesma hora de sempre.
E com isto tudo o tempo que me resta no Brasil vai com certeza passar depressa. Portanto para terminar fica um simples até já.
Mas como tudo o que é bom tem sempre um fim, com o passar do tempo chega a altura de fazer as malas e voltar para as aulas. As malas estão cada vez mais cheias e a dificuldade em saber “Como é que eu vou levar tudo para Portugal?” começa a tornar-se dramática. Prendas, recordações, compras, papelada da universidade, entre outras coisas, vão ocupando o quase inexistente espaço do momento em que cheguei ao Brasil. Mas esta é uma preocupação para daqui a mais alguns meses…
O regresso às aulas é nesta altura momento de conhecer novas pessoas. Primeiro pela chegada dos novos intercambistas. Ao todo seremos nove durante este semestre, de três nacionalidades diferentes: a portuguesa, a espanhola e a francesa. Nos primeiros dias já dá para entender que este grupo ainda vai dar que falar. Uma saída e uma grande jantarada à brasileira, com o feijão preto, o arroz e a farofa, fazem antever uns meses bastante divertidos. A francesa (que ainda não chegou) que se prepare.
Em segundo lugar pela presença em cadeiras de turmas diferentes das do semestre passado. Acabamos sempre por conhecer alguém (aqui a língua não cria qualquer barreira, a não ser quando os brasileiros não nos entendem) mesmo que seja apenas pela curiosidade de saber como é a vida em Portugal, o que nos fez escolher o Brasil e se estamos a gostar da nossa estadia.
Por fim, o estágio na TV Univali vai com certeza proporcionar, para além de conhecer mais gente, uma experiência que dificilmente poderia ter em Portugal. O estágio começou esta semana e durante este mês vou acompanhar as saídas de reportagem. Já no próximo a história será outra. O telefone espera-me. A marcação de entrevistas e pautas para os jornalistas fará parte do meu dia-a-dia. Pode ser que seja desta vez que eu perco a minha alergia com os telefones… A partir de agora acabam os dias relaxados até às seis da tarde, já não há tempo para fazer os trabalhos no próprio dia, nem para manter a cor morena trazida do verão. Os dias são uma verdadeira correria. De manhã, o tempo fica reduzido ao pequeno-almoço, preparar o almoço e sair para a Univali para entrar na TV. Até às seis dura o estágio e a partir das sete começam as aulas. Por volta das dez da noite chega a hora de regressar a casa. Já cansado só resta jantar e dormir o máximo possível para voltar a acordar no dia seguinte e fazer o mesmo. Pior só mesmo as quartas-feiras em que o despertar é às sete da manhã e o recolher à mesma hora de sempre.
E com isto tudo o tempo que me resta no Brasil vai com certeza passar depressa. Portanto para terminar fica um simples até já.
Também podem ler esta crónica no Académico!!!
domingo, 11 de março de 2007
Mensagem para os meus leitores assíduos
Peço imensa desculpa por estar em atraso para com a descrição da minha viagem a Montevideo e Buenos Aires!!! Não tenho tido tempo...